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Independência ou morte?

Temendo perder a autonomia e a liberdade de comércio conquistadas com a transferência da corte portuguesa para o Rio de Janeiro, a aristocracia rural brasileira deixou de lado suas hesitações e abraçou finalmente a causa da independência.” (Extraído do livro História-Volume Único, Divalte)

Sabemos que existem muitos outros motivos por traz da Proclamação da Independência. Mas enfim o país conquistou a independência.

E nós, o que temos feito para deixar de sermos dependentes de tudo aquilo que nos afasta do Pai?

Analisando a vida cotidiana, percebi o quanto somos dependentes de coisas que nos causam um grande transtorno espiritual (e algumas delas que até nos parecem inofensivas). São hábitos que eu costumo chamar de ‘’pecados de estimação’’. Eles estão lá: tirando o nosso foco cristão, nos fazendo tão dependentes deles que até achamos normal trocar meia hora de oração por meia hora ao celular ‘’enviando e recebendo informações’’ sobre o que anda acontecendo na vida daquele irmãozinho, uma hora de leitura da Bíblia por uma hora assistindo a futilidades na TV, uma visita evangelística por passeios e diversões que poderiam ficar para uma outra ocasião, priorizamos nossa vaidade comprando acessórios caros da moda e não ajudamos aquela família necessitada .

Do que mais somos dependentes? Da mentira? Da inveja? Do adultério? Da avareza? Da preguiça? Da glutonaria?

Devemos ser dependentes de Deus, que nos amando incondicionalmente enviou Seu filho Jesus para nos libertar da dependência do pecado (1° Pedro 1:18,19).

Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde?

De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?

Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte

De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.

Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição;

Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado.

Porque aquele que está morto está justificado do pecado.

Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos;

Sabendo que, tendo sido Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte não mais tem domínio sobre ele.

Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus.

Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor.

Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências;
Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça.

Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça.

Pois que? Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum.

Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?

Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues.

E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça.

Falo como homem, pela fraqueza da vossa carne; pois que, assim como apresentastes os vossos membros para servirem à imundícia, e à maldade para maldade, assim apresentai agora os vossos membros para servirem à justiça para santificação.

Porque, quando éreis servos do pecado, estáveis livres da justiça.

E que fruto tínheis então das coisas de que agora vos envergonhais? Porque o fim delas é a morte.

Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna.

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.” (Romanos 6:1-23)

 

 

Então, INDEPENDÊNCIA OU MORTE?

 

Carla Adriana Marçal

PIBSD de Natal