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Persistentes na Oração

Mas, em meio à correria do dia a dia, muitas vezes se torna difícil encontrar tempo. E, na maioria das vezes, em função da nossa desorganização, não priorizamos corretamente a ordem das coisas. Família, amigos e, infelizmente, muitas vezes Deus, acabam ficando em segundo ou até mais abaixo em nossa lista.

Penso nas coisas criadas pelo homem para que o ser humano ganhe mais tempo: microondas, macarrão instantâneo, comidas congeladas e uma série de outras coisas. Quero deixar claro que não tenho nada contra, e que muitas vezes eu mesmo faço uso desses meios. Enfim, o fato é que não gostamos de esperar. Queremos ter preferência e prioridade em tudo. Não gostamos de insistir e queremos ser atendidos prontamente. Em função dessa nossa vida “facilitada e ágil”, quando se trata de pedirmos algo para Deus, queremos que seja da mesma forma, queremos respostas rápidas.

Jesus nos ensina, através da parábola do juiz iníquo, que devemos ser persistentes em nossas petições. Aquela viúva não descansou até que sua causa fosse julgada. Ela investiu tempo em súplicas para que fosse atendida. Ela conseguiu isso, não pela bondade do coração do juiz, mas pela sua insistência.

A lição que Jesus queria ensinar era de contraste. Se alguém conseguiu resposta de um juiz insensível, com muito mais razão podemos perguntar: “Deus não vai me atender?”

Em seu livro “Oração”, Phillip Yancey menciona as palavras do escritor e pai Jerry Sittser: “Ao longo dos anos, meus filhos têm me pedido muitas coisas: CD players, bicicletas, barcos, carros, casas, férias exóticas [...] tudo o que se possa imaginar. Não lhes dou atenção na maior parte das vezes. Meu coração endurece a cada pedido. Meus ouvidos, no entanto, ficam aguçados quando persistem. Porque, em geral, a persistência indica seriedade no assunto” (Oração, p. 180). A persistência deve então ser vista como sinal de um pedido genuíno.

É bom saber que não temos um Deus relutante, mesquinho para nos atender, que pede que nos arrastemos e fiquemos rastejando no pó, para ser convencido de nos dar algo. Temos um Pai desejoso de nos socorrer, ajudar, proteger.

Nós, Batistas do Sétimo Dia, durante essas próximas 13 semanas fomos convocados para orar por salvação. Talvez você esteja orando por um familiar ou amigo. Mas será que estamos sendo persistentes em nossas orações assim como a viúva da nossa história?

Que possamos lembrar das palavras do apóstolo Paulo em sua carta aos Tessalonicenses “Orai sem Cessar” (1ºTs - 5:17)

No Amor do Mestre!

Claudir Oliveira

Presidente da Federação de Jovens Batistas do Sétimo Dia